15.5.08

em queda livre...

... está o crescimento demográfico natural do nosso país.
Não se pode esperar algo diferente... tudo sobe neste país... o pão (com tanto cereal que nós tinhamos), o leite (com tantas vacas nos Açores a produzirem mais leite do que aquele que a UE deixa), o desemprego, os combustíveis, a Euribor...
Parece que só 3 coisas diminuem: os salários, os filhos e as escolas...
Ah! e nãos e fiem muito nos emigrantes para equilibrar as contas... é que como as coisas andam, se nem os portugueses acabam por cá ficar, procurando essas sim, NOVAS OPORTUNIDADES, lá fora, não tarda também os outros o farão...

Será do guaraná?

"As mulheres portuguesas são das que mais trabalham fora da casa na União Europeia. São mal pagas e, muitas vezes, penalizadas por estarem grávidas. Os maridos pouco ajudam em casa. A rede pública de creches e jardins-de-infância é insuficiente e as medidas de conciliação entre trabalho e vida familiar são uma miragem. As razões por detrás da queda de natalidade em Portugal estão identificadas. Urge agora, segundo os especialistas ouvidos pelo PÚBLICO, que o Governo dedique à protecção da maternidade o mesmo empenho que aplicou à redução do défice. Até porque, se nada for feito, dentro de 25 anos Portugal (que já é o sétimo país mais envelhecido do mundo) terá 242 idosos por cada cem jovens, conforme alertou o Instituto Nacional de Estatística (INE)."
no Público de hoje

3 comentários:

José Luís Carneiro disse...

E não será bom?
Estou aqui a pensar no assunto e como todos os assuntos existem sempre duas faces da questão, porque será quando o assunto é natalidade se fala sempre no lado mau da questão, não é mais que evidente que o grande problema do planeta terra é o excesso populacional, se assim é deveriamos estar todos muito contentes por não ser necessário impor medidas de controlo tipo chinês, e a população estar a diminuir naturalmente. Mesmo assim ainda considero que o governo deveria inverter as politicas e penalizar quem tivesse mais que um filho. Pois considero que essa ideia peregrina de "renovação de gerações" não tem cabimento, em algum momento na história as gerações não só se renovaram como excederam largamente a renovação, não faço a minima ideia mas a população portuguesa já foi, por exemplo metade do que é agora e não veio nenhum mal ao mundo... a questão "quem irá pagar as pensões e os cuidados de saúde a que essas pessoas têm direito?". Assim, insiste, fica claro que "sai muito mais barato investir na natalidade do que depois arcar com as despesas de uma população fortemente envelhecida"", voltamos a falar economicistamente e não no bem estar do planeta....

Sarita disse...

José luis, antes de mais, benvindo e obrigada pelo teu comentário.
Mas continua a ser uma realidade que quando há mais gente a sustentar que gente a suprir, não dá.
E o problema do planeta não é sermos demais... é mesmo sermos esbanjadores... É existirem países que não ligam nenhuma ao que poluem, ao que fazem, só porque têm dinheiro e poder a rodos...
O que é necessário são políticas de sustentabilidade.
Acho necessário MESMO que exista renovação de gerações. Qualquer dia não haverão portugueses para contar a história, e se assim é mais vale sermos já espanhóis que sempre beneficiamos alguma coisa com isso.
A verdade é que, se hoje não nascerem pessoas, qualquer dia, não andamos a matar criancinhas como na China, mas andamos a matar idosos, porque não temos dinheiro para os sustentar.

VM disse...

ou no velhão...

=P