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1.9.08

1º dia!

Correu muito bem. Bem vistas as coisas não fiz grande coisa... fui apresentada aos colegas, preenchi uma série de papeis, tive uma formação num software de gestão, foi-me dado um computador, telemóvel, e as boas vindas! Sim... parece que desta estou numa empresa a sério... tive comitiva de boas-vindas com direito a almoço e tudo!
Amanhã há mais!
=)

Obrigada a todos os que oraram e os que torceram por mim!

13.5.08

ter...

... um colega que tem o acompanhamento de uma obra que está no fim e não consegue fazer mais nada.
E eu ter 4 e ter de conseguir fazer mais um...
(e depois eu é que não estou a fazer nada... quando é que chega o meu tempo de mudança???)

10.4.08

será que é desta?

Parece que hoje o Ministro do Trabalho, Vieira da Silva irá garantir que o Governo vai apostar no combate ao trabalho precário. Ainda sem dizer quais as medidas que vai tomar mas, ao menos, trazendo este tema tão polémico às bocas de quem tem efectivamente algum poder de decisão e de mudança.
Assim sendo, a aposta é no combate do trabalho precário quer na sua forma legal, quer na sua forma ilegal... e que forma é essa? Claro, os falsos recibos verdes... essa à qual eu procuro fugir desde que me conheço como trabalhadora.
Gostei de ouvir, doutras bocas que não a minha, e com muito mais impacto que a minha dizer aquilo que eu ando a dizer faz tempo: FALSOS RECIBOS VERDES É ILEGAL! Anda tudo a enganar meio mundo e depois, a nós arquitectos ainda nos dão uma formação sobre estatutos e deontologia que mais parece um programa cómico tamanhas são as mentiras que por lá passam...
dizerem coisas destas, formularem estes estatutos e depois fazerem exactamente o oposto é de rir (ou chorar). Ora vejam:

Regulamento de Deontologia

art. 9 - Remuneração dos Arquitectos
(...)
2. A remuneração do arquitecto é única e exclusivamente encargo do seu cliente ou empregador, devendo ser claramente definida por contrato.

(...)
Artigo 12.° Deveres do arquitecto empregador ou responsável hierárquico
1. Na relação profissional com os respectivos colaboradores, nomeadamente arquitectos, o arquitecto empregador ou responsável deve respeitar as seguintes condições:
a) Atribuir a cada um dos colaboradores tarefas correspondentes ao seu nível de qualificação e habilitá-los a participar plenamente nas tarefas a que consagram a sua actividade e em que exercem as suas responsabilidades;

b) A remuneração devida aos colaboradores terá em conta as funções e responsabilidades por eles assumidas;
(...)

Podia continuar... acho que chega. Ainda bem que outras pessoas dizem o mesmo que eu.
Espero sinceramente que as coisas mudem... e que também nestas coisas procuremos aproximar-nos dos nossos congéneres europeus... sim, é que em países como Espanha, Holanda, Reino Unido (...), até aos estagiários fazem contratos!
Só por isso estou mais feliz. A esperança sempre trouxe mais cor à vida das pessoas.

"Trabalho precário são as pessoas com contrato a termo (...) A situação de "recibos verdes" para trabalho que não é apenas prestação de serviços é ilegal, não é precariedade."

Nádia Nogueira Simões, professora do Departamento de Economia e investigadora do Dinâmia - Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica do ISCTE

a notícia aqui

5.3.08

chego à conclusão...

... que projectar assim, fazer, como me dizem "projectos giros, engraçados" assim, é fácil... basicamente nada é efectivamente passível de ser feito e, no mundo dos sonhos, tudo é possível.
Depois, como eu tenho de tornar os sonhos em realidade, sou catalogada de negativa e pessimista...
... é que o problema é que, a VIDA REAL, aquela em que as clínicas têm de ter pavimentos laváveis em linóleo ou resinas epóxicas (esses belos materiais da construção com um aspecto estético fenomenal) e não dá para fazer pavimentos em seixo rolado ou um canal de água em pleno Monumental...
(não há palavras para descrever o que eu tenho de aguentar...)

orgasmos mentais

mas quem é o arquitecto que, no seu perfeito juízo, projecta uma clínica médica / SPA em que o pavimento é todo em seixos rolados para dar um ambiente mais zen?
Só pode ser um que não parou para pensar... a ASAE fechava aquilo em três tempos...
(o que eu tenho de aturar... again)

a papel químico... ou quase...

no meu antigo local de trabalho tinha um colega que marcava na agenda reuniões connosco, até para explicar qualquer porcaria referente a um trabalho que estivessemos a fazer em conjunto.
Agora, neste, tenho um patrão que, partilhando o mesmo espaço comigo, me envia mails a dizer as tarefas mais básicas que tenho de fazer...
... aquele antiquado método que é as pessoas falarem... será que está fora de moda???
(o que uma pessoa tem de aturar...)

4.3.08

curiosamente...

... há coisas que não mudam...
Nenhum dos outros 4 vencedores se deu ao trabalho de indicar quem são os arquitectos que dão nome ao projecto. Porque sabem que os louros são de todos, de todo o ateliê. Vi até num jornal um que fazia menção ao arquitecto responsável que nem era o "big boss"...
Ali, claro está que os pavões tiveram de escarrapachar os seus nomes no jornal. Que essa história de trabalho em equipa é só para mentes mais evoluídas... por aqueles lados só existe uma coisa... o EU gigante que habita nas barrigas daqueles dois...

o maior de todos os mistérios...

... é este.

csi vão volta a atacar...
de que cabeça saiu isto? É que eu dou um dedinho do pé em como não foi de nenhuma das alminhas que por lá andam... talvez de alguma que por lá passa... ou passou.
(isto aqui há história...)

29.2.08

hoje...

... é dia de votos na OA.
Até iria lá votar se me deixassem... mas alguém se lembrou de manter os cadernos eleitorais como estavam nas ultimas eleições que por sinal, foram impugnadas.
Acho mal. Já paguei 2 trimestres de cotas, vou pagar o terceiro porque se enganaram e em vez de me cobrarem o 1º de 2008, cobraram-me o 4º e não tou pra me chatear e pedir para me alterarem a factura...
e não me deixam votar???
(quem é que precisa mesmo deles?)

31.1.08

quando se diz...

... que não se deve nada a ninguém quando ninguém requereu nada, é porque, provavelmente, se sabe que se deve mas se procura uma qualquer justificação para se dizer que não.

constatação

o problema entre entidades patronais e empregados reside sobretudo num problema de expectativas:
os patrões justificam-se dizendo que, quando os funcionários lhes derem mais, muito mais, eles darão também algo a mais em troca.
os empregados, dizem que, se tivessem condições melhores dariam mais que o "mínimo" à sua entidade patronal.
ambos estão, de certa forma certos. o grande problema reside aí.

(como eu faço parte é da classe operária, digo ainda que, a questão não está nas melhores condições, está nas condições justas... e esse deveria ser o ponto de partida da discussão e não é.)