18.5.06

dia sim

como são bons os dias em que chegas ao trabalho a bater as 10h30, sabes que o patrão vai estar o dia fora e que tu, quando forem seis da tarde vais pegar na marmita e te vais pôr na alheta =)

16.5.06

mudanças

hoje de manhã: alterações nas moradias de Loulé.
hoje à tarde: alterações nos halls principais e de elevadores da Duque de Loulé
amanhã: sede da cooperativa de Loulé
... a minha vida nos ultimos tempos é só alterações e Loulé... seja cá ou nos algarves.

13.5.06

24

e ontem eu passei em revista os quatro episódios do dvd da semana do 24... se mais houvesse...

12.5.06

Praias...

O Público hoje apresenta esta noticia: 207 praias portuguesas com Bandeira Azul.
O Bartoon do mesmo jornal apresenta hoje este cartoon...
parece-me apropriado...

Buscas

Ao observar as estatísticas de entradas n"a chuva", reparo que a maior parte das pessoas que aqui chegam em busca de algo é SEMPRE por causa d'O MELHOR BOLO DE CHOCOLATE DO MUNDO!!! Grande parte dos meus amigos já tiveram o prazer de lá ir comigo e todos eles gozavam da forma como eu descrevia o dito bolo aqui... todos se renderam! Pelos vistos tenho encaminhado uns quantos desconhecidos até tão desejado destino... acho que tenho de pedir sociedade... pode ser uma fatiazinha à borla de vez em quando... não?

10.5.06

danoninho

Hoje no ateliê, enquanto estávamos a almoçar faltou a luz. Ora, nos dias de hoje, ateliê sem electricidade é um ateliê morto... assim sendo, a pausa na esplanada prolongou-se mais do que o habitual, ainda deu tempo para darmos uma voltinha pelas lojas ao redor... e ficámos a pastelar no posto de trabalho até novas ordens... Até que... o boss deu ordem de soltura à malta, uma vez que não havia data de regresso do bem tão precioso. Não é que 15 minutinhos antes de termos tudo fechado, quando nos estávamos já a preparar para passar uma bela tarde a meio da semana numa qualquer esplanada desta bela cidade... A DESGRAÇADA VOLTOU!!!! Resta dizer... faltou-nos "um bocadinho assim"!!!

9.5.06

213.22.84.24

alguém apanhou uma molha por estas bandas!!!

falam falam...

Isto é mesmo assim... há dias que parece que falam falam e não dizem nada... mais valia estarem calados porque assim há conversas que só servem para te pôr a pensar naquilo em que não vale a pena pensar muito...
Já dizia a música... "vocês fizeram os dias assim..."

Parabéns a você!

Hoje é dia de festa! Parabéns aos meus dois amigos que não se conhecem mas fazem os mesmos anos no mesmo dia...
Muitos parabéns ao
Pedro e à Catarina!
Ele conheço-o à 7 meses mas por vezes parece que já se passaram anos... ela... ela conheço desde que me lembro de existir!
Beijinhos =)

8.5.06

extra semana

depois de uma semana em casa e duas meias semanas, como é que se aguenta uma semana inteirinha de 5 dias completíssimos (diria mesmo extra-completos que são 8 da noite e ainda estou aqui...) no atelier???
Por favor, onde se requisitam mais feriados a meio da semana?

fim de semana

sexta-feira: procurar desesperadamente um casaco para um vestido que já tinha para levar a um baptizado no dia seguinte... casaco - ESGOTADO; saí do Colombo (o sítio onde vou às compras em fase de desespero...) com uma fato e duas camisolas ;)
chegar a casa e dar uso ao dvd do 24... dois episódios de seguida e mais não se viu porque o dia seguinte previa-se cheio.
sábado: o dito baptizado na Amareleja (monte alentejano e tal...); chegar a casa morta de cansaço e CAMA!
domingo: começou como todos os outros, prolongou-se com o almoço de aniversário do avô - quem é que se lembra de ir almoçar fora no dia da mãe com um grupo de 10 pessoas sem marcar mesa? - RESULTADO: começámos a almoçar às 15h e acabámos às 17h. A favor: juntámos almoço, lanche e jantar numa única refeição.
Resto da tarde: os dois ultimos episódios do dito dvd do 24 (a propósito, VIVA A VISÃO!) ...

4.5.06

Madrid # 02_no supermercado

Na fila para pagar reparo num expositor... "Preservativos Family"
Não sei se confiaria muito nesse produto com esse nome...

3.5.06

Madrid #01_de trás para a frente...

O momento mais marcante da minha viagem foi o último... não, não foram as despedidas...
foi o facto de ter chegado ao balcão de check-in 2 minutos depois de ele ter fechado e um espanholito com cara de chico esperto me dizer "no poderas embarcar" (se é que é assim que isto se escreve) ... Lá me estava eu a ver a ficar mais uns diazinhos no país vizinho... tem sempre um lado bom - a companhia ;)
Lá me valeu uma espanholita mais simpática que o seu colega! Quem ficou a perder foram os recuerdos... os chocolates, os caramelos e o vinho ficaram lá que já não houve tempo para compras na free-shop! É a vida!

momento único

mandaram-me esta informação por mail:

Esta Quinta-Feira, 4 de Maio de 2006, à 1 da manhã, 2 minutos e 3 segundos a hora será assim:
01:02:03 04/05/06
Isto não acontecerá nunca mais na tua vida...

2.5.06

De volta...

Meus amigos, bem me queria parecer que aqui a chuva ia ficar paradinha nestes dias... foi por uma boa causa! estou de volta e toda a gente me pergunta se já sei hablar castellano... respondo... "no, pero, los entiendo!" A passeata foi muy buena e madrid es muy bonito! Logo vou contando as novidades. Hasta luego!

26.4.06

planeamento

e esta viagem foi tão bem planeada que hoje é dia de vício e chego na terça o que faz com que não corra o risco de para a semana ou não ver o Jack Bauer em acção ou vê-lo para aí "ablando castellano"... é que uma pessoa tem de ter prioridades! (brincadeirinha)

mega jogo sarita sozinha em madrid

NIVEL1 - Diriges-te para a saída dos AutoBus para Madrid.Para saberes q vais pelo sitio correcto tens de subir umas rampas rolantes e depois voltar a descer, sempre seguindo as indicaçoes de Saida e Autobuses. NIVEL2 - Depois esses autocarros vao passar pelo terminal 3 2 e 1. Tu sais no 1. Entras no terminal e segues as placas do metro. Se nao tiveres as placas perguntas nos pontos de informacao onde é o metro "donde está el metro" ou "donde queda el metro ou "como llego al metro". Nivel3 - Chegando ao metro "estacao AEROPUERTO" desces as escadas rolantes e vais em direccao a "Nuevos Ministerios". Esperas por ele e entras.E lá vai ela. :)
nota: Se chegas-te até aqui já nao tá mau :) Ganás-te pontos e uma vida extra pa continuar a jogar mas aumenta o nivel de dificuldade. Nivel4 - desembarcas em "NUEVOS MINISTERIOS" e apanhas a linha 10 em direcçao a "puerta del sur". Voltas a sair em "ALONSO MARTINEZ". Nivel5 - Apanhas a Linha 5 em direcçao a "CASA de CAMPO" e sais em "CALLAO".


Este vai ser o meu passeio amanhã. Parto para Madrid para passar 6 diazinhos de férias... ver coisas novas, rever amigos que há muito não se vêm... em suma, espairecer... por isso, se não "cair" chuva nova todos os dias, não estranhem... é que em Madrid faz muito calor! Eheheheheh ;)

25.4.06

a minha mãe

A minha mãe levou a manhã a "chamar nomes" a metade da assembleia... diz e com razão que se vê logo quem são os fascistas que lá estão...

o estilo 25

"O carácter popular da «Revolução dos Cravos» impôs uma mudança radical nos hábitos, usos e costumes dos portugueses. Deles só restam, vinte anos depois, memórias difusas que para alguns têm um sabor a nostalgia

«NA SEGUNDA-FEIRA, todos ao Rossio, de calças à boca-de-sino, pulôver vermelho de bico aos ombros, colarinhos até dizer chega, cravo vermelho ao peito, criança às cavalitas forrada de autocolantes e palavras de ordem na ponta da língua!» Os nós das gravatas pareciam babeiros, mas o mais «in» era aparecer em público de colarinho pontiagudo, libertariamente desabotoado, ou aquecer a garganta para o comício permanente com uma gola alta ensinada pelos padres progressistas. As companheiras levavam socas ortopédicas para a manif e um poncho a imitar a América Latina.
Éramos massas populares, não se usava a palavra cidadão e o único carro novo minimamente aceitável era a Dyane. Estavam longe os tempos dos jipes. O mais todo-o-terreno que admitíamos, sem perigo de sermos burgueses, era o R4, sujo do barro da Reforma Agrária, portas e «capot» cobertos de cartazes, um megafone a sair da janela do pendura.
Hoje, lemos a «Olá». Então, só o «Século Ilustrado». Florbela Queiroz, sem o poder da TV, era a Catarina Furtado (Catarina, só há uma, a Eufémia e mais nenhuma) e Lisboa Capital da Cultura chamava-se Martim Moniz, era irmos todos ao Adóque ver Pides na Grelha. Ou a Belém, sendo que o nosso Centro Cultural se chamava Mercado do Povo e recuperava o espaço de um museu de etnologia cheio de peças reaccionárias de memória imperial. A nossa cultura era muito Terra-a-Terra, muito Brigada Victor Jara, e o seu templo eram os jardins e o mais pequeno palanque que comportasse uma montagem de teatro de amadores, iluminada por projectores do FAOJ. Ou o Coliseu. Já nessa altura era o Coliseu, mas nada de Galas de Chuva de Estrelas. Só Circos de Moscovo e Óperas de Pequim, ou espectáculos de solidariedade com o povo do Chile, que fazia, então, a vez do povo maubere, na nossa alma solidária. Não é certo que Quim Barreiros tenha cantado «uma gaivota voava, voava», mas é provável.
Vinte paus era uma fortuna
O antitabagismo era basto fascista. Envenenávamo-nos com Português Suave sem filtro, nada de «lights» nem «vou deixar de fumar». E ai do taberneiro reaça que se atrevesse a escrever na parede «Tabaco só ao balcão». Na Mexicana, no Café Lisboa, no Império, no Monte Carlo, na esplanada de cima do Parque, nos cafés que faziam as vezes da 24 de Julho, ao fim do dia de Revolução, os maços de Porto, que era o nosso Marlboro Lights, vinham à mesa sobre um pires e tudo era pago no fim, com uma nota de Santo António, 20 paus era uma fortuna.
O táxi custava 25 tostões, mas era para burgueses. Embora o passe social só existisse em França, de autocarro verde de dois andares é que se voltava para casa, depois de ver, na sala única do São Jorge, pela 50ª vez, o Couraçado Potemkine, que era o Jurassic Park de há vinte anos, ou o Último Tango em Paris, que sensação! Os abstémios regalavam-se com a Laranjina C em garrafa bojuda, porque a Coca-Cola ainda não aparecera e, mesmo mais tarde, não passava de uma beberragem suja do imperialismo. A Pepsi, sim, por ser engarrafada numa empresa nacionalizada, nossa. Para os outros, bagaço, que o uísque é da CIA, ou Cubas Libres. A vodca era caríssima no Porão da Nau, uma espécie de Crazy Night daqueles tempos.
O Verão era quente e o Rajá substituía as «tartitas quemadas» da Menorquina (Espanha ainda vivia sob Franco, ninguém ousaria comer o Panrico que o diabo amassava), para quem não tinha dinheiro para comer um «banana split» no Apolo 70, espécie de Cascais Shopping de 1974, onde se passeavam os modelos dos Por-fí-rios, a nossa Benetton.
Quando as crianças, que, recorde-se, frequentavam Liceus Femininos e Liceus Masculinos, e não C+S e EBI, reclamavam atenção e se recusavam a passar os fins-de-semana nos centros de trabalho e acampamentos para Pioneiros, estendíamos o bigode zapatista num sorriso amarelo, coçávamos as patilhas, comprávamos bilhetes de segunda classe para Carcavelos (a Caparica era a miragem longínqua de uma colónia de férias da FNAT) e íamos ao banho, de bermudas. É estranho pensar que os repuxos rega-relva da Alameda, nas manhãs ensolaradas dos dias de comício, eram a coisa mais parecida com um aquaparque, mas as modas mudam. Isso vê-se bem, se nos lembrarmos do que acontecia quando os putos tinham fome. O frango assado era uma sofisticação e o termo «hamburger» tinha ressonâncias nazis. Só os exilados que regressavam conheciam os prazeres proporcionados por uma croissanteria. «Pizzas», o que é isso? As Tartarugas Ninja da época eram a Heidi e o Vickie. Sai um prato de bolos, muitas bolas de Berlim, capital da RDA!"


António Costa Santos no Expresso de 23 de Abril de 1994

mudança...

Pela primeira vez desde 1974 um PR não apresenta no dia da liberdade, o simbolo da Revolução...

24.4.06

pensamento

"Amo-te não por quem és, mas sim por quem sou quando estou contigo..."

Gabriel García Marquéz

21.4.06

"Lista de Preferências" - Bertolt Brecht

A Ritinha desafiou-me... cá vai:

Alegrias que vivi
Dores que senti
Casos passados
Conselhos, uns vividos, outros... esquecidos!

Meninas que fomos
Mulheres que somos
Orgasmos, queremos
Ódios, não temos

Domicilios, buscamos
Adeuses não queremos
Artes desejamos

Professores que tive
Prazeres que tenho
Projectos, sempre terei

Inimigos não os tenho
Amigos sempre os vejo

Cores, todas elas
Meses, os mais quentes
Elementos mais ardentes...

Divindades, só há Uma,
Vida, é Hoje...
Morte... amanhã.

Passo a palavra há
Helena, ao homem do crepe, ao colega João e ao Filipinho!
Boa poesia para todos... a base é o que está a "negrito"... o resto... é com vocês!

fim da semana

Está a chegar ao fim a minha semana de relatório... soube bem passar uma semaninha em casa a recordar os bons tempos (também houve bons tempos) de faculdade em que já só havia um ou dois trabalhos a fazer (de preferência que não fossem de projecto senão o ritmo não era este) e ficávamos por aí, em casa a fazê-los mas também a descansar (muito), dormir, passear... soube-me muito bem esta semana. Foi oficialmente a minha última semana de estudante! Não que já esteja tudo pronto (se nós não deixássemos nada para fazer depois, mais em cima da hora nem tinha piada), mas porque a partir da próxima o que falta tem de ser feito juntamente com o trabalho do atelier...
... o que vale é que as próximas 2 semanas vão ser a meio gás, graças a um feriado (abençoada liberdade) e a umas férias a meio da semana que transformarão 2 semanas em 2 meias semanas!
Chega de conversa para ver se hoje isto fica pronto!

18.4.06

jogging

Hoje quando fui dar a minha voltinha matinal à "mata" (privilégios de uma semana em que não se vai trabalhar) reencontrei um casal de velhotes nos quais tinha reparado ontem... pelos vistos vão todos os dias de manhã correr para a Quinta das Conchas juntos. O engraçado é que até o fato de treino é igual e lá vão eles, felizes e contentes, fazer o seu jogging matinal juntos. Lado a lado umas vezes, noutras um deles ligeiramente mais à frente do outro... mas sempre perto...
... quando chegar a minha vez também quero fazer o mesmo... os dois a correr com fatos de treino iguais.

16.4.06

Páscoa

Páscoa é mais que coelhinhos, feriados, ovos e folares (apesar de tudo o que de bom isso representa)
Páscoa é sinal de VITÓRIA!

7.4.06

profissões

De manhã quando vou para o atelier passo todos os dias num cruzamento com um polícia sinaleiro... e é ver a alegria no trabalho...
Não é especialmente perigoso, não tem assim tanto trânsito quanto isso, mas lá está ele, todos os dias, de apito na boca a fazer sinais sem fim todo emproado qual galo. O sr polícia até é simpático, mas o ar com que manda parar os carros, andar os carros, parar os peões na passadeira, andar os peões na passadeira é surreal...

6.4.06

ontem...

Disseram-me:
"Hoje é importante sairmos daqui com a sensação de que o trabalho avançou realmente... até amanhã."
Queriam dizer:
"Vou-me embora mas tu vê lá se ficas cá a trabalhar até tarde para ver se acabas isso ainda esta semana!"

é a poesia...

5.4.06

saudade II

Saudades deste tempo...

Recebi isto ontem por mail... vejam lá se não foram dos melhores tempos da vossa vida???

"De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "á prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags - viajar à frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos à rua.
Jogávamos ao elástico e á barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles? Parabéns!
(...)"

4.4.06

programa da noite de ontem

Ontem, depois do passeio do costume pela internet, a voltinha dos joguinhos de sempre, e a conversa com os amigos de todos os dias, um desses mesmos amigos me perguntou: "Como é que faço para ter um blog?". A partir daí começámos toda uma caminhada até ao nascimento de mais um "umbigo" da internet...
1º e mais dificil decisão: o NOME... o nome do blog é sempre o que de pior existe... como disse, é mais fácil dar um nome a um filho que a um blog... entretanto, ficámos a saber que eu gosto de inês, beatriz e gonçalo e ele de abigail, rute e filipe (essa eterna mania que os homens têm de se prolongar nos filhos...). Depois de algumas hipóteses, chegámos AO nome... giro, que soa bem, que tem a ver com o dono e que não está já atribuido (sim, porque se no mundo existem muitas beatrizes e muitos filipes... blogs com o mesmo nome, assim, igualzinho, igualzinho... não há!).

A partir deste momento veio a parte mais complicada... "como é que eu ponho a foto assim como tu tens ao lado do meu nome em pequenino?" Buscas e mais buscas, porque isto é quase como um cego a guiar outro cego (é mais um miope a guiar o cego... menos mal) e lá chegámos a uma conclusão... depois de termos falhado a primeira tentativa (a foto era muito pesada) lá conseguimos à segunda... o messenger volta a piscar... "não aparece... o que é que faço?". Mais umas dicas e ei-lo! O rapaz já tem um blog e eu serei uma assuídua presença pelas notas que por lá se tocam... Mas quando passarmos à fase seguinte de formatação (ai os templates...) a ver se a fazemos cara a cara porque explicações do "modus operandi" da blogosfera via messenger... não é assim muito prática... é contudo BEM divertida!"

(Espero que tenhas acordado a horas... qualquer dia tás como eu... cada dia a dormir menos!)

mais um...

Meus amigos... mais um que foi mordido pelo bichinho...
Força nisso
filipinho, estou ansiosa por saber que breves músicas vão passar por aí!

1.4.06

arquitectos...

Existem na Natureza seres vivos noctívagos: morcegos, melgas, lobisomens,guardas nocturnos, mulheres da vida, chulos, pessoal das discotecas e arquitectos. É vê-los estes últimos, madrugada alta, nas tascas e estações de serviço abertas, a engolirem tostas mistas e a sorverem uma quantidade prodigiosa de cafés. Isto acontece porque têm trabalhos para entregar e, como o dia só tem vinte e quatro horas, trabalham de noite (?). Não seria desagradável de todo não fosse terem de continuar a trabalhar no dia seguinte.
De resto, pelo que tenho ouvido dizer, pautam-se por um intenso convívio profissional e social e são, ao contrário do que possa parecer, extremamente produtivas. Dizem-me também que, embora não haja duas directas iguais, existem invariáveis em todas as "sessões". São assim as directas dos arquitectos: Os preparativos são fundamentais - cigarros para toda a noite, música, alguma coisa para beber. A primeira fase, até às 2h00, é fácil de vencer. É nesta altura que a fome ataca, o que se resolve bem (o cafézinho da esquina fecha a essa hora). Após duas tostas de queijo, um prego no pão, dois finos e três cafés, o pessoal está apto a continuar a noitada. Neste momento, os mais tinhosos inventam desculpas parvas para se retirarem e ficam só os bons, que prosseguem alegremente noite adentro. A etapa seguinte é mais dura. Em primeiro lugar liga-se o rádio para distrair porque já estão todos fartos de ouvir sempre os mesmos cd's que o Chico trouxe (nome invariável). Infelizmente, os programas são todos execráveis a partir das três da manhã! E volta-se aos cd's do Chico... Nesta altura, atraiçoados por uma tão grande alteração do biorritmo, os intestinos dos mais sensíveis queixam-se, obrigando o pessoal a idas frequentes ao W.C. Há alguns que aproveitam mesmo esta ida à casinha para passar pelas brasas (uma vez encontraram o Chico a dormir enrolado no chão com a cabeça em cima de um rolo de papel higiénico - foi descoberto porque ressonava!) Mas já são seis da manhã. É a fase derradeira e mais violenta, quando o cansaço se torna difícil de vencer e o trabalho rende menos. Nesta altura, fartos dos cd's, voltam a ligar o rádio, verificando com consternação que todas as estações estão a transmitir o boletim para a agricultura. O que vale é que o outro café abre às sete e meia. O dia nasce e o trabalho nem sequer está perto do fim...Torna-se imperioso uma segunda directa, o que já não é para toda a gente. Muito menos a terceira, onde se vê quem são os valentes... O episódio que me contaram passou-se, precisamente, na terceira directa consecutiva. O pessoal estava mortiço: tinham os olhos em bico e o ritmo de trabalho era muito lento. Às três da manhã tocou a campainha. O Chico foi abrir, arrastando-se até à porta. Era o Zé Manel (outro nome invariável) da sala ao lado que também estava a fazer directa. Trazia uma garrafa de bagaço lá da terra dele. "Serve para dar ânimo - uma autêntica poção mágica!", disse eufórico. Todos beberam daquilo, brindando. E, gradualmente, operou-se uma mudança radical na sala. Num crescendo inexorável, o pessoal começou a ganhar vivacidade: uns assobiavam e cantarolavam, outros contavam anedotas; davam-se palmadas nas costas; o optimismo reinava e o moral da tropa era elevado; o trabalho, esse progredia a um ritmo esfuziante - não é que o raio da beberagem tinha mesmo estimulado? Mas, tão subtilmente como crescera, o ritmo tornou a decair. Os assobios morreram nos lábios e o ambiente tornou-se pastoso - podiam ouvir-se as moscas por entre as nuvens do fumo do tabaco. Subitamente, um enorme estrondo! Era o Chico que se tinha estatelado no chão. Adormeceu a meio de uma linha mas continuou a desenhar até que ultrapassou a beira do estirador... Ao seu lado jazia a caneta com que desenhava, bico cravado no soalho. O trabalho parou imediatamente e foram levá-lo ao hospital onde dormiu quarenta e oito horas seguidas. Quanto aos outros, foi cada um para sua casa de táxi, não fossem acontecer coisas mais graves... Tudo isto é absolutamente verdadeiro. (Obrigado pela história, Manel!)

(não sei se é verdade ou não... mas de certeza que, se esta não é... há outras que tais que o serão...)

30.3.06

a solução bush

sábado

sábado eu vou outra vez aqui

no trânsito

Hoje, quando vinha para o atelier, parada no trânsito, olhei pelo retrovisor para o "vizinho" de trás... estava a "limpar a casa" se é que me entendem...
Lembro-me de ser catraia e da minha mãe me dizer para não pôr o dedo no nariz... também é do senso comum que a esmagadora maioria de nós (infelizmente) provou os ditos...
Agora aos 50/60 anos vir no trânsito a tirar o dedo do nariz e a pôr na boca... POR FAVOR!!!

sem maldade...

"...Tira a roupa e vem falar comigo..."

(ele há coisas que se dizem sem maldade mas que soam tão mal...)

29.3.06

alentejanos II


a mensagem de Jesus aos alentejanos...
brincadeirinha =)

tudo se vende... tudo se compra...


Autocarros amarelos à venda Os autocarros escolares amarelos de Nova Orleães não escaparam à fúria das cheias provocadas pelo furacão Katrina, em Agosto do ano passado. Com o orçamento em baixo, o sistema escolar público da cidade decidiu vender a frota inundada no site de leilões eBay. Esta semana vai ser leiloado apenas um autocarro para se perceber o interesse dos eventuais compradores. Foto: David J. Phillip/AP

No Público

no atelier...

Assim como na Sic há a "Tertúlia cor-de-rosa" no atelier há a "Tertúlia RAL 7011".
Todos os dias, entre as 17 e as 17h30...

as minhas desculpas...

Entre reuniões com os bombeiros, com o departamento de resíduos sólidos (um nome pomposo para dizer LIXO) um licenciamento que devia estar a ser feito à um mês e vai ter duas semanas para aparecer feito não tenho tido grande tempo para vir aqui... tenho saudades de ler e ser lida... enfim... melhores dias virão!

27.3.06

frase

"Cada pessoa é um afluente da longa memória do mundo..Insubstituivel como experiência e como testemunho... "

23.3.06

colegas

Este foi o postal de aniversário que os meus colegas do atelier prepararam para mim... falta a parte de fora que parecia um panfleto a uma conhecida marca de cozinhas...
Não pensem que foi por eu ser muito comilona (aí estaria provavelmente agarrada a um croissant de chocolate ou um pastelinho de nata e não a uma coxa de frango...). A questão é que eu já deito cozinhas pelos olhos!!!
Ah! E isto é uma montagem... eu só cedi os direitos de imagem!
Obrigada a todos!

hoje

passou-se mais um ano... Felizes 25!

22.3.06

ainda a propósito da liberdade...

Um colega meu da faculdade irá em princípio estagiar para o atelier do Rem Koolhaas. Na entrevista disseram-lhe que "não há horários", só tens tempo para dormir e mais nada e que as refeições são feitas no atelier num self-service disponível.
Cá no atelier chamámos ao sistema o "regime de pensão completa". Para quê preocupares-te com gastos com casa e comida? Aliás, deve ser por isso mesmo que nesse tipo de ateliers os estagiários não são pagos ou são muito mal pagos... para quê? Se quiseres nem precisas de alugar casa, deve dar sempre para umas sestazinhas sobre o teclado ou o cartão maquete...
Mas atenção, para não pensarmos que tudo é mau, como são amigos ainda dão, depois dos concursos uns diazinhos de férias... ou seja... entras em período de liberdade condicional - hipotéticamente és livre de sair (ou mais realisticamente, VIVER) mas deves no fundo, no fundo querer é dormir (é aí a altura para alugar casa por meia dúzia de dias)...

Resta dizer que isto não é para quem pode... é para quem quer...

ditadura assentida

O PSD Madeira considera inoportuno celebrar o 25 de Abril...
Não me estranha... aquilo cada vez se parece mais com uma ditadura...
Aliás, se em vez de flores tivesse petróleo George Bush já teria ido lá salvar os oprimidos madeirenses...

A notícia completa
aqui

centésima lição

Lembro-me de, quando andava na escola, celebrarmos nas aulas a nossa centésima lição. Era uma boa desculpa para perdermos uma aula e celebrarmos sabe-se lá o quê... provavelmente o facto de termos estados sentados durante 100 horas seguidas a ouvir um professor a debitar uma qualquer matéria que muitas vezes não nos interessava assim muito. Provavelmente era mais um motivo de celebração para o professor por ter sobrevivido a 100 horas na companhia de 30 alminhas criativas e capazes dos maiores disparates (sempre tive o privilégio de ficar em turmas "bem dispostas")... A verdade é que era dia de sumos, bolinhos, jogos e afins... de passar uma hora na amena cavaqueira com os colegas e o professor sentados no parapeito da janela da sala de aulas... Era uma altura em que falávamos com os professores sobre outros assuntos que não fossem o pretérito mais que perfeito do verbo "passear" ou que a combinação de sei lá o quê...
Este é o meu centésimo post... ia falar sobre o dia mundial da água mas ao reparar em tão redondinho número, achei que devia fazer uma pausa... já me ouviram a falar 100 vezes... confesso que inicialmente não pensei chegar até aqui... o que começou por ser uma experiência tornou-se num hábito bastante agradável...
Obrigada por me ouvirem (ou lerem). Cá estaremos por mais 100 a molhar a cara à malta! =)

Aí à uns tempos o Tiago escreveu: "gosto muito de ter um blógue".
Eu também!

21.3.06

dia internacional da poesia

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...

Florbela Espanca

6 meses depois


e tudo o vento levou...

Nova Orleães... a cidade depois do Katrina...
dá que pensar...

foto-reportagem na
Visão

20.3.06

efeito dominó

Mais uma que foi apanhada pela "blogomania"... toca a espreitar nesta janela.
Benvinda!!!

ping-pong

Quinta-feira George W. Bush chamou Hugo Chavez de "demagogo".
Hoje o presidente da Venezuela disse que o seu homólogo era "cobarde", "burro" e "bêbedo".

Palavras para quê???

a notícia aqui

sexta

sexta-feira jantei ao lado dos D'Zrt... questiono-me:
Porquê tanta histeria???

17.3.06

foto da semana


"Um soldado britânico não abandona o seu posto de vigia junto à favela da Mangueira, enquanto decorre uma intensa operação de busca de armas roubadas de um armazém militar no Rio de Janeiro, Brasil"
fonte: Visão

hoje


hoje é dia de:

jantar no indiano, rever colegas, rever amigos, contar histórias do tempo da faculdade (quem me ouve parece que foi à muito tempo...), saber novidades da faculdade, saber novidades dos colegas, dos amigos, saber de outros estágios diferentes do meu, ir até ao Bairro, rever outros amigos, provavelmente outros colegas, chegar a casa bem tarde com a sensação de que deviamos fazer isto mais vezes, chegar a casa bem tarde com a sensação de que o dia correu bem...

o sexo e a cidade

Entre as quatro, também me parece...

16.3.06

frases em cadeia

O Pedro escreveu esta frase:
"De um grande Amor apenas poderemos dizer que é tudo uma questão de tempo.De uma grande Paixão, que não há tempo para mais nada".
Lembrou-me esta:
Quando se acredita que as coisas podem ser perfeitas não há tarde. Talvez haja fora de horas mas tarde não...

às três e meia

"- Sara Henriques às três e meia quero os cartazes prontos.
- Às três e meia não estão...
- Pronto... às três e trinta e cinco...
(silêncio)
- Ok, às quatro que é a hora a que saio."

As borlas do patronato...

fm

A dor que a Dora te traz e que tu adoras...

cabeleireiro

ela foi cortar o cabelo...
... não gostou do corte mas gostou do cabeleireiro...
agora tem de fazer ton sur ton para o rever...

por um mundo melhor...

Autor: Rui Duarte

15.3.06

é isso aí!

estou sem palavras! ora aqui está um teste totó com um resultado simpático... com tudo de bom e de mau que temos, não há como a nossa selecção!

e não querendo falar muito em futebol... bela jornada "taceira"! ehehehe ;)

"erros"

não gosto de erros ortográficos...
... sobretudo dos meus.

Pensamento

"Não é digno de saborear o mel, aquele que se afasta da colmeia com medo das abelhas."
William Shakespeare

14.3.06

Se eu fosse uma triologia...

graças à mary tenho descoberto uns testes bem interessantes... o meu obrigado!

sábado...

sábado a volta da noite será aqui.

não percebo...

Não consigo perceber estes fenómenos... a sério que não. Não sei como é que se entra em contra-mão numa auto-estrada e só se dá conta não sei quantos kms depois... e também não percebo como é que se entra numa auto-estrada em contra-mão consciente, sabendo que se vai pôr em risco a nossa própria vida (o que ainda é como o outro...) e a vida de outros... e como normalmente esta gente nem pode ser punida ou internada ou o que seja, porque morrem, julgo que é algo que nunca vou perceber... há coisas no mundo que me dão a volta à cabeça.

parabéns

Hoje de manhã, antes de vir para o atelier passei por um quiosque e duas papelarias até descobrir finalmente o nº 69 da Arquitectura e Vida. Porquê? Como me disseram há umas semanas... "traz lá quatro páginas porreiras de um arquitecto chamado Pedro Duarte Bento". Eu conheço a "peça", muitos de vós também e tenho muito orgulho disso! Portanto malta, toca a pesquisar... podem começar por aqui que o rapaz não é só crepe.
Nas bancas, AV nº 69 de Março de 2006, págs 68 a 71!
Mais uma vez, PARABÉNS!

mudanças

Ando a testar os templates... já consegui perceber umas coisinhas... mas há outras que permanecem uma incógnita... onde raio é que eu mudo aquela treta "about me" e o "view my complete profile"???

13.3.06

A primaVera chegou...

Já tinha saudades do sol, do calor, das tardes na esplanada, dos gelados (ai ai os "TopChoc's" ...), de andar na rua sem casaco e sem ter frio, de sair às 19 e ainda estar sol, de passar a tarde a desejar estar na praia sem poder, de ter a janela do atelier aberta... meus amigos... parece que a primaVera finalmente chegou!

o espectro

como já foi dito por o espectro fechou a loja. Confesso que tenho alguma pena... por vezes eram lá ditas coisas com algum interesse... mas a vida é assim... continua sempre apesar das baixas... e há coisas que não são para quem quer... são para quem pode.

preto

estou cansada do preto... hoje apetece-me LUZ! daí a mudança... não é tão espectacular como algumas que se vêm por aí por esses blogs cromos a fora... mas é o que se consegue arranjar...

10.3.06

conflito

o conflito de gerações é uma coisa tramada... e o pior é que mesmo sabendo que estás certa parece que vais fazer algo de errado...

9.3.06

a galinha da vizinha é sempre pior que a minha...

Ao dar a volta à actualidade pelos jornais do costume, deparo-me com esta notícia.
Não estou contra nada do que é dito, considero que esta é de facto uma situação preocupante, como muitas que existem no nosso país ao nível dos direitos humanos (continuo a dizer que isto muitas vezesn se parece mais com uma extensão do norte de África e não tanto parte ou mesmo um prolongamento da Europa...).
Acho curioso é que esse estudo tenha sido feito por um país de onde ultimamente têm vindo a lume casos escabrosíssimos (bela palavra...) de ataque claro aos direitos mais básicos do ser humano... não li uma frase que fosse que mencionásse os direitos humanos dos presos de Guantanamo ou das muitas prisões iraquianas... é que esses não devem ser seres humanos...

hoje é O dia...

... em que mudamos de PR...
... não comento...

ainda a propósito do dia da mulher...

Ontem um amigo meu disse:
"As mulheres não têm dia... as mulheres são O dia..."

Não gosto do chamado Dia da Mulher... como não gosto do chamado Dia dos Namorados... não gosto da obrigação de celebrar algo que deve ser celebrado a cada dia... porque nos restantes 364 dias do ano (e 365 de 4 em 4 anos), as mulheres continuam a ser mulheres e dignas de interesse, e os namorados continuam a ser namorados, portanto não preciso que me digam quando devo dar um presente, fazer um carinho ou uma surpresa.
As coisas estarão bem quando não for necessário lembrarem-nos aquilo que devia estar sempre presente nas nossas mentes!

8.3.06

dia da mulher

in Bartoon do Público de 08 de Março'06

repetições

os marretas disseram e ouviu-se pelo deserto...

"O povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo todas as qualidades e todos os defeitos. Coragem, Portugueses, só vos faltam as qualidades".
Almada Negreiros

?

video killed the radio star...
... dvd killed the video star...
who comes next?

6.3.06

é isso aí

cedência: electrão

quem foi o cromo que teve a ideia?

in Bartoon do Público de 06 Março'06

fim-de-semana

sábado, o passeio foi por aqui ...
Muito bons reencontros e muito bons programas, para mim o sábado perfeito com boa música, muitos amigos, pouca confusão e conversa até às "quinhentas". Sabem como é, estamos num sítio e começamos a falar em ir embora, mas a conversa que é como as cerejas impede-nos de sair dali... saímos, "as cerejas" não acabam e continuamos à porta e ao frio com a mesma conversa (com a agravante de nos questionarmos porque é que não ficámos do lado de dentro da porta onde a temperatura era mais amena...). Cada um entra para os seus carros e entre boleias a conversa prossegue à porta de casa de alguém dentro do carro, com o resto da coca-cola do jantar a servir de combate ao sono. Às quatro da manhã volto para casa cansada mas com a sensação de que o dia correu bem.

domingo, dia de pôr o sono em dia e de dar uma vista de olhos aos filmes dos Óscares... é bom, mas não é O melhor...


3.3.06

Passagem

O êxtase do ar e a palavra do vento
Povoaram de ti meu pensamento.

Mar Novo - Sophia de Mello Breyner Andressen